A
INVENÇÃO DO CINEMA
A CÂMERA CINEMATOGRÁFICA, inventada na última década do século
XIX por THOMAZ ALVA EDSON, nos Estados Unidos, permitia gravar uma
sucessão de imagens dos momentos de um movimento sobre filme
fotográfico.
Inventor também do FONÓGRAFO, Edson queria unir o som à imagem.
Utilizou um filme fotográfico em rolo, com perfurações para que
pudesse se mover dentro da câmera, criando aquilo que viria a ser a
película cinematográfica, que permanece sem alterações
significativas até hoje.
Já se sabia que imagens observadas em rápida sucessão criavam a
ilusão de uma imagem única desde séculos anteriores e isso era
aproveitado como simples curiosidade em brinquedos da moda ou
interessava a cientistas que explicaram o PORQUE do fenômeno e o
aproveitaram para uso prático.
A câmera de Edson era pesada e pouco prática, mas com elas foram
obtidas as primeiras imagem que reproduziam o movimento em um
aparelho de observação INDIVIDUAL chamado KINETOSCÓPIO.
O espectador dessas imagens, utilizando esse aparelho, PAGAVA por seu
uso o que significa que o cinema nasceu já com o caráter comercial.
O KINETOSCÓPIO
O KINETOSCÓPIO tinha a aparência de um armário e continha em seu interior cerca de 17 metros de filme que passava por roletes dentados, de uma fora contínua. A imagem em movimento era observada através de uma pequena tela, (talvez de vidro despolido ou uma lupa) por um observador individual que pagava para ver as imagens em movimento, como já foi dito acima.
Entretanto, em 3 de fevereiro de 1895, na FRANÇA, os industriais e
irmãos LOUIS E AUGUSTE LUMIÈRE, patentearam um aparelho “destinado
à obtenção e à visão de provas cronofotográficas”, ao
qual chamariam mais tarde CINEMATOGRAPHO, muito mais leve e prático
que o de Edson e que permitia PROJETAR imagens em movimento sobre
uma tela para um grupo de pessoas
Os Lumière inventaram uma câmera que filmava, copiava os filmes e
se transformava em projetor.
Nesse momento o cinema se tornava um espetáculo COLETIVO, e
portanto, um FENÔMENO DE CARÁTER SOCIAL.
Os Irmãos LOUIS e AUGUSTE LUMIÈRE


Nenhum comentário:
Postar um comentário